Gifts promovem vínculo entre marcas e consumidores
Coca-Cola, McDonald's, Giraffas e Banco do Brasil mostram resultados com gifting
O consumidor muda, o mercado se transforma e o Marketing se reformula, mas uma coisa permanece: o gift. Os tradicionais brindes oferecidos aos clientes ainda são um forte ponto de contato e uma importante forma de promoção. Com eles, é possível gerar trocas e criar vínculos entre pessoas e marcas. Coca-Cola, McDonald’s, Giraffas e Banco do Brasil são alguns dos muitos exemplos de empresas que não abrem mão dos presentinhos para permanecerem sempre lembradas.
O gift ideal depende da ação e varia do mais simples ao mais elaborado. O gifting também não se apoia apenas em lembrancinhas materiais. Pode vir na forma de experiências e sensações, como viagens, jantares, encontros com personalidades, tudo de acordo com a história que a marca deseja contar e o objetivo do projeto.
“Um brinde depende do contexto da ação, que pode transformar um gift simples, como um lápis, em um objeto desejado. Mas o objeto tem que contar a história da marca que o entrega. Um lápis sem história fica completamente perdido no contexto”, explica Marina Pechlivanis, sócia-diretora da Umbigo do Mundo, agência especializada em gifting, e autora do livro Gifting, em entrevista ao Mundo do Marketing.
E essas ações podem ser as mais variadas. “Todas que demandem tridimensionalização de vivências, eventos e relacionamentos. Vale para Endomarketing, Marketing Direto, Marketing de Relacionamento, promoção de vendas, tanto para o mundo real, quanto para o virtual”, conta Marina. “A etiqueta do gifting está em saber a hora certa, a pessoa certa, o local certo e, principalmente, a oportunidade certa”, sugere.
Gifting exige conhecimento profundo sobre ação
Descobrir a forma certa para presentear os consumidores é uma questão de conhecimento profundo a respeito deles. “Um Gifting Guide, por exemplo, requer noções de Style Guide e Concept Guide de uma marca, para, a partir dessas premissas, construir o ritual de trocas adequado à realidade da empresa”, diz Marina, articulista do Mundo do Marketing sobre o assunto.
É fundamental, também, estar atento às mudanças de comportamento do consumidor. “O que servia para uma criança de quatro anos antes, hoje é para uma de dois”, aponta a especialista. Oferecer brindes colecionáveis é um dos caminhos para agradar consumidores de todas as idades e manter forte a lembrança da marca.
É o caso da Coca-Cola, com suas mini-garrafas, bottons, copos e uma infinidade de objetos personalizados. Hoje, inclusive, os fãs podem comprar produtos que levam a marca. “Neste caso somou-se uma marca desejável transferindo seu endosse para objetos também desejáveis. Ao longo dos anos, a Coca-Cola trabalhou o conceito de colecionável. Assim, um objeto de desejo se transforma em objeto de afeto, criando laços com quem o possui. Por trás desse sucesso há planejamento e, principalmente, investimento”, comenta Marina.
Os gifts e o fast-food
Seguindo esta linha, o McDonald’s é sinônimo de gifts, com o seu McLanche Feliz. Os brinquedos licenciados com personagens populares entre a garotada e o forte investimento em mídia fazem com que os brindes sejam verdadeiros objetos de desejo e, em muitos casos, esgotem em tempo recorde.
Outra rede de fast food que aposta nos presentes para os consumidores é o Giraffas. Assim como o McDonald’s, O Giraffas também foca o entretenimento, mas busca dar um sentido educacional para os seus gifts. Responsável pela conta da empresa há seis anos, a Umbigo do Mundo desenvolveu ações como a GiraEducação no Trânsito, em parceria com o Instituto Ayrton Senna.
Nas lojas, as crianças ganhavam um dos quatro kits com carrinhos de corda, pistinhas e acessórios para montar, na compra de um prato ou lanche. Os produtos vinham acompanhados de cartela de adesivos para personalizar os kits e uma tirinha ilustrativa do Senninha com dicas de educação no trânsito, como a importância das placas de trânsito, da faixa de pedestres, das crianças no banco de trás e do uso do cinto de segurança.
“Em 2009 investimos cerca de R$ 10 milhões em ações e campanhas de Marketing. Dentro deste valor está o investimento dedicado à produção das GiraSurpresas. O principal retorno dos gifts é a fidelização e o relacionamento que eles nos permitem criar com os nossos clientes. Queremos conquistar esse consumidor quando criança e criar um relacionamento de longo prazo com ele”, afirma Luciana Morais, Gerente de Marketing da rede Giraffas, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Tendências minimalistas para gifts
A Elegê também investiu em brindes colecionáveis no final de 2009. Quem comprasse 12 litros do leite e outro item do portfólio poderia trocar o cupom fiscal por uma das seis vaquinhas Toy Art. Mesmo com a crise no último ano, não foi observada uma diminuição no número de ações de gifting. A retração serviu para ditar algumas tendências que começam a ser colocadas em prática.
Se a moda era oferecer gifts sustentáveis, como ecobags, blocos de folhas e embalagens recicladas, agora o momento pede uma reflexão sobre o que realmente é necessário. “Acredito que a sustentabilidade já se incorporou ao processo. Percebo agora um caminho que foca o minimalismo, um investimento consciente. Repensar a utilidade dos brindes e os formatos de embalagem”, acredita Marina, da Umbigo do Mundo.
Redefinir o desperdício é a tendência da vez. Para a especialista, não é suficiente ser ecológico e reciclado, deve-se questionar o custo para a produção disso e sua real necessidade na vida do consumidor. Hoje é mais importante gerar fidelização e relacionamento contínuo, a partir de objetos, experiências e sensações, tendo em mente a economia de dinheiro e de recursos. Sabendo rastrear o perfil que deseja atingir e estando alinhadas às tendências, as marcas encontram nos gifts uma forma de estarem sempre presentes no universo do consumidor.
“O segredo está em pensar de forma consistente e contínua, implementando ações que se transformem em narrativas corporativas por intermédio de objetos, experiências e sensações que se inserem no universo particular das pessoas. Gifting é mídia, precisa de frequência, cobertura e, principalmente, planejamento”, Marina dá a dica.
Gentileza gera gentileza
Uma prova de que um gift simples pode ser bastante relevante quando se conta a história certa são as ações desenvolvidas durante o Unomarketing, Feira e Seminário de Marketing Sustentável, em junho do ano passado.
Abrangendo a essência do gifting – dar, receber e retribuir –, a Umbigo do Mundo desenvolveu ações que envolviam sensações, benefícios e emoções durante o evento. A idéia da Sator, organizadora do Unomarketing, era abordar o público com pequenas gentilezas. Por isso, logo na entrada, os visitantes eram recepcionados com aroma de bambu (referência à sustentabilidade) e trilha sonora composta especialmente para a ocasião.
Além disso, três atores caracterizados de vendedores passavam mensagens de gentileza, convidando as pessoas a retribuírem. Aqueles que fossem receptivos recebiam o adesivo do “Ciclo Gentileza”, que dava direito a trocar por um presente: um oráculo com 30 frases sobre gentileza e um bloquinho. Para fazer anotações, os consumidores podiam passar no estande da Faber-Castell e retirar um lápis.
Banco do Brasil promove cartão com gifts
A presença de gifts em eventos é praticamente tão comum quanto o comparecimento do próprio público, que, muitas vezes, já espera sair do local com presentinhos. Durante a São Paulo Fashion Week em janeiro do ano passado, o Banco do Brasil preparou cinco gifts que foram distribuídos para os convidados do segmento Estilo no lounge da marca.
Alinhada ao tema do evento – Brasileirismos – a empresa ofereceu gifts inspirados na brasilidade e na ambientação do lounge, que era um boteco. Entre os brindes estavam lenços e faixas de cabeça acompanhados de um livreto com dicas de uso, porta-copos, copos para chopp ou caipirinha, sacola em ráfia e customização de tiaras.
Já na edição seguinte do evento de moda, o Banco do Brasil resolveu oferecer em seu espaço serviços como oficinas de customização de boinas e caricaturistas, além de shows de dança e DJs que mixavam músicas modernas com canções francesas em ritmo brasileiro. A iniciativa homenageava o Ano da França no Brasil, que era também o tema da edição. Os convidados ainda recebiam buttons e ecobags criados pelos estilistas Lilian Thomaz e Ronaldo Fraga.
Para a última edição do SPFW, realizada este ano, o BB Estilo ofereceu caixas de som para iPod, pasta de neoprene para notebook, apitos metálicos, minibolas de futebol, camisetas e ecobags. Os brindes estavam inseridos no tema da semana de moda “Linguagens”, que homenageava a internet e a conectividade, e a ação pretendia divulgar o cartão temático Ourocard Visa Copa do Mundo Fifa 2010.
O maior de todos
É da Parmalat o maior caso de sucesso no Brasil quanto o assunto é gift colecionável. A empresa lançou a promoção Mamíferos em 1997 e trocou mais de 15 milhões de bichinhos de pelúcia em quase três anos. O projeto previa a troca de apenas 1,2 milhões de 12 modelos durante três meses na compra de 20 unidades de leite mais R$ 8,00. Ação acabou com 21 gifts e um aumento de 20% nas vendas da empresa. Campanha Parmalat 1997
Fonte
domingo, 14 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
Consumo X Consumismo
Para encerrar as postagens de hoje, segue um texto ótimo sobre Consumo X Consumismo. Muito bom o artigo, a visão do autor e automaticamente a certeza de nos fazer pensar.
Consumismo e alternativas
“Consumismo” é consumir em excesso. Mas...o que é excesso mesmo?
Tornou-se praxe acusar o "consumismo" de causador de todos os males da sociedade contemporânea, sejam eles de cunho social (como a violência) ou ambiental (aquecimento global, poluição etc.).
Sem entrar no mérito da relação de causa e efeito propugnada nesses discursos, o que sempre me chama a atenção é o significado popularmente emprestado ao termo "consumismo".
Numa definição simples, poderíamos afirmar que o consumismo é o consumo em excesso. E "excesso" seria a compra que vai além do necessário, que atende apenas a "desejos e caprichos".
O problema é que "necessidades" e "desejos" não são conceitos definitivos, indiscutíveis. Pelo contrário; são bem abstratos, indefinidos, quase pessoais. À exceção das necessidades físicas (alimento, abrigo, sono, sexo), todas as demais são culturalmente construídas, de modo que necessidades ou desejos de consumo são tão verdadeiros e legítimos quanto quaisquer outros. O consumo é, em nossa sociedade, uma resposta a questões humanas, e não mero canal de suprimento de carências físicas.
Além disso, o tal "consumismo" não ocorre contra a vontade das pessoas. Ele representa, hoje, a vontade das pessoas. E mesmo que todos prontamente se engajem em discursos anticonsumistas, são poucos os que realmente mudam seu padrão de vida em função de uma pretensa consciência. Por quê? Voltamos ao parágrafo anterior: porque cada um tem a sua visão do que seja "consumismo" e "exagero", já que cada um entende "necessidade" e "desejo" de maneira diferente. Todos temos nossas próprias razões para dirigirmos carros que poluem, acumularmos roupas e mais roupas no armário, ou adotarmos sem remorsos as convenientes embalagens plásticas de decomposição lenta.
Beco sem saída, portanto? Nem tanto. Meu palpite é que embora o tal "consumismo" seja fruto da economia de mercado, não é seu subproduto inevitável.
Se há uma ideologia que afirma que o valor de uma pessoa se mede pela quantidade de bens que possui, há que se incentivar a construção de outra, tão forte quanto, que estimule o desenvolvimento de dimensões de prazer, satisfação pessoal e reconhecimento do indivíduo pelos seus pares que não apenas através da acumulação material.
Religião, família, atividades intelectuais e artísticas, o que seja: grupos de interesse aos quais as pessoas possam se filiar e nos quais o ethos dominante não seja o do progresso material.
Desejos e necessidades dependem do contexto, do ambiente no qual se convive. Se for estimulada a convivência em espaços nos quais as posses sejam menos valorizadas, é mais provável que as noções do que "precisamos" e "queremos" mudem.
Fonte
Consumismo e alternativas
“Consumismo” é consumir em excesso. Mas...o que é excesso mesmo?
Tornou-se praxe acusar o "consumismo" de causador de todos os males da sociedade contemporânea, sejam eles de cunho social (como a violência) ou ambiental (aquecimento global, poluição etc.).
Sem entrar no mérito da relação de causa e efeito propugnada nesses discursos, o que sempre me chama a atenção é o significado popularmente emprestado ao termo "consumismo".
Numa definição simples, poderíamos afirmar que o consumismo é o consumo em excesso. E "excesso" seria a compra que vai além do necessário, que atende apenas a "desejos e caprichos".
O problema é que "necessidades" e "desejos" não são conceitos definitivos, indiscutíveis. Pelo contrário; são bem abstratos, indefinidos, quase pessoais. À exceção das necessidades físicas (alimento, abrigo, sono, sexo), todas as demais são culturalmente construídas, de modo que necessidades ou desejos de consumo são tão verdadeiros e legítimos quanto quaisquer outros. O consumo é, em nossa sociedade, uma resposta a questões humanas, e não mero canal de suprimento de carências físicas.
Além disso, o tal "consumismo" não ocorre contra a vontade das pessoas. Ele representa, hoje, a vontade das pessoas. E mesmo que todos prontamente se engajem em discursos anticonsumistas, são poucos os que realmente mudam seu padrão de vida em função de uma pretensa consciência. Por quê? Voltamos ao parágrafo anterior: porque cada um tem a sua visão do que seja "consumismo" e "exagero", já que cada um entende "necessidade" e "desejo" de maneira diferente. Todos temos nossas próprias razões para dirigirmos carros que poluem, acumularmos roupas e mais roupas no armário, ou adotarmos sem remorsos as convenientes embalagens plásticas de decomposição lenta.
Beco sem saída, portanto? Nem tanto. Meu palpite é que embora o tal "consumismo" seja fruto da economia de mercado, não é seu subproduto inevitável.
Se há uma ideologia que afirma que o valor de uma pessoa se mede pela quantidade de bens que possui, há que se incentivar a construção de outra, tão forte quanto, que estimule o desenvolvimento de dimensões de prazer, satisfação pessoal e reconhecimento do indivíduo pelos seus pares que não apenas através da acumulação material.
Religião, família, atividades intelectuais e artísticas, o que seja: grupos de interesse aos quais as pessoas possam se filiar e nos quais o ethos dominante não seja o do progresso material.
Desejos e necessidades dependem do contexto, do ambiente no qual se convive. Se for estimulada a convivência em espaços nos quais as posses sejam menos valorizadas, é mais provável que as noções do que "precisamos" e "queremos" mudem.
Fonte
Sucesso com Redes Sociais - 7 Pontos a Analisar
Não fui à aula hoje, pois tive um treinamento na empresa e chegaria um tanto atrasada na faculdade. Optei por vir para casa. Aproveito o tempinho livre para fazer mais uma postagem bastante interessante que linka uma série de matérias sobre o tema mais falado no momento: Redes Sociais, claro.
Sete Pontos para Sucesso com Redes Sociais
por John Soat
Como as companhias podem construir um case de sucesso e tirar maior proveito desses importantes canais
Qual o retorno?
Se tornar público ou se manter privado?
E quanto às regras?
É hora de falar sério. Os maiores adeptos às redes sociais usam palavras como: comprometimento, responsabilidade e transparência que relembram os tempos da Internet hippie, nos anos 1990; mas as redes sociais já provaram ser muito mais do que uma moda passageira. As explosões nos números de usuários registrados em redes populares, como Facebook e Twitter, causaram espanto até mesmo nos estatísticos mais experientes. O tempo gasto nestes sites aumentou 277%, nos Estados Unidos, no ano passado, de acordo com uma pesquisa realizada pela empresa Nielsen, e o Twitter cresceu mais de 500%.
Hoje, a categoria "rede social" está preparada para emergir como o mais importante facilitador de negócio desde a internet em si. Para aproveitar todo o potencial desses espaços, as empresas devem priorizar sete pontos cruciais nos próximos doze meses. Nesses pontos se escondem as diferenças entre o sucesso e o fracasso na década que se inicia.
- A concorrência continua investindo em redes sociais
- Onde está o retorno?
- O que funciona melhor?
- Quão profundo as redes sociais devem penetrar em minha empresa?
- A necessidade de uma política corporativa para redes sociais
- O que as mídias sociais podem ensinar sobre colaboração interna
- O que vem depois?
[Para finalizar, uma pesquisa sobre o que as empresas esperam depois de entrar de cabeça nesse mundo virtual, no mundo das redes sociais]
- Pesquisa: o que as empresas esperam?
Fonte
Sete Pontos para Sucesso com Redes Sociais
por John Soat
Como as companhias podem construir um case de sucesso e tirar maior proveito desses importantes canais
Qual o retorno?
Se tornar público ou se manter privado?
E quanto às regras?
É hora de falar sério. Os maiores adeptos às redes sociais usam palavras como: comprometimento, responsabilidade e transparência que relembram os tempos da Internet hippie, nos anos 1990; mas as redes sociais já provaram ser muito mais do que uma moda passageira. As explosões nos números de usuários registrados em redes populares, como Facebook e Twitter, causaram espanto até mesmo nos estatísticos mais experientes. O tempo gasto nestes sites aumentou 277%, nos Estados Unidos, no ano passado, de acordo com uma pesquisa realizada pela empresa Nielsen, e o Twitter cresceu mais de 500%.
Hoje, a categoria "rede social" está preparada para emergir como o mais importante facilitador de negócio desde a internet em si. Para aproveitar todo o potencial desses espaços, as empresas devem priorizar sete pontos cruciais nos próximos doze meses. Nesses pontos se escondem as diferenças entre o sucesso e o fracasso na década que se inicia.
- A concorrência continua investindo em redes sociais
- Onde está o retorno?
- O que funciona melhor?
- Quão profundo as redes sociais devem penetrar em minha empresa?
- A necessidade de uma política corporativa para redes sociais
- O que as mídias sociais podem ensinar sobre colaboração interna
- O que vem depois?
[Para finalizar, uma pesquisa sobre o que as empresas esperam depois de entrar de cabeça nesse mundo virtual, no mundo das redes sociais]
- Pesquisa: o que as empresas esperam?
Fonte
Internet - Melhor Vendedor
A internet pode ser o melhor vendedor da sua empresa
Conheça os principais recursos de marketing digital utilizados por empresas que estão crescendo até 120% ao ano na internet
Por Silvio Tanabe*
O que uma empresa de treinamentos, uma loja especializada em decoração e uma metalúrgica podem ter em comum? Mais do que você pode imaginar.
O Grupo Luz, a PortCasa e a Geguton comemoraram crescimento de até 120% em seus negócios em um ano marcado pela crise econômica mundial que derrubou diversos países (e companhias) e fez o governo celebrar o crescimento zero apresentado pelo PIB brasileiro como uma façanha. Para alcançar estes resultados, as três investiram na internet como uma de suas principais ferramentas de vendas.
O Grupo Luz, de Ribeirão Preto, aumentou em 40% o número de matrículas de seus cursos de fotografia com campanhas nas mídias e redes sociais. Em São Paulo, a PortCasa cresceu 120% em apenas um ano investindo pesado em marketing digital para sua loja eletrônica. E a gaúcha Geguton aumentou seu cadastro de clientes ativos em 70% ao facilitar as compras em seu site.
São exemplos concretos de empresas que estão aproveitando para surfar na grande onda da internet no Brasil, que já engloba 66 milhões de brasileiros, praticamente um terço da população.
Números, aliás, não faltam para justificar os investimentos em marketing digital no país. O brasileiro é o que passa mais tempo online no mundo, uma média de 44 horas/mês, e está entre os que mais acessam as redes e mídias sociais como Orkut e Twitter. Com uma presença tão marcante, não é à toa que a internet seja cada vez mais importante, inclusive na forma como compramos. Pesquisa realizada recentemente pelo Datafolha revelou que 38% dos consumidores das classes A e B e 30% da classe C levam em consideração informações de sites para escolher produtos, marcas e lojas. São as pessoas que movimentaram cerca de R$ 10,5 bilhões no comércio eletrônico em 2009.
Para se obter taxas de crescimento de dois a três dígitos por ano não basta jogar a prancha na água, ou seja, montar o site ou loja virtual e esperar os contatos e pedidos. Requer planejamento de uma série de ações de comunicação, o que chamamos de marketing digital. E a rápida evolução da tecnologia, o surgimento de novos recursos e tendências faz com que estas ações tenham de ser cada vez mais coordenadas para atingir seus objetivos. Seguem abaixo os principais recursos e como podem ser melhor utilizados para alavancar seus negócios.
Site com “usabilidade”: Usabilidade significa facilidade de uso. Quanto maior a usabilidade em um website, maior a rapidez do usuário em aprender a utilizá-lo e a encontrar o que procura. Quanto mais fácil e mais rápido for encontrar o que interessa, maior a satisfação da pessoa que o visita e maiores as chances de um contato efetivo. Ou seja, a palavra de ordem hoje é simplicidade, portanto nada sites pirotécnicos, com introdução animada, geralmente feitos com programação Flash, que demoram uma eternidade para carregar. Ninguém tem mais paciência para isso.
Otimização: É também chamada SEO (das iniciais em inglês para Search Engine Optimization, otimização para mecanismos de busca). De forma simples, a otimização pode ser entendida como uma série de técnicas para estruturar as principais informações sobre a sua empresa, produtos e serviços contidas no site de forma a serem mais facilmente localizadas pelos buscadores. A base desta organização são as palavras-chave, frases e títulos dos conteúdos do site, que devem ser específicas, constantemente atualizadas e estar diretamente relacionadas aos negócios, serviços ou produtos da empresa.
Mas atenção: a otimização só funciona em sites construídos em uma programação que permita aos buscadores identificarem estas palavras, por isso mais um motivo para não usar o Flash, pois além de tornar o site mais “pesado” para carregar, também dificulta a localização das palavras-chave.
Publicidade online: é a propaganda feita na internet e se divide de duas formas. A primeira é por meio de links patrocinados em sites de busca, como o Google Adwords ou o Yahoo! Search Marketing, e é indicado para venda direta. Por exemplo, se você possui uma loja de câmeras fotográficas, pode vincular seu anúncio para aparecer ao lado dos resultados relacionados à fotografia.
A segunda é por meio de anúncios (também chamados banners) em sites, redes e mídias sociais relacionados ao produto ou serviço, sendo indicada como publicidade institucional. Nesse caso, o ideal é vincular o anúncio da sua loja de câmeras fotográficas em sites e comunidades especializados em fotografia.
As duas vêm revolucionando a publicidade por serem extremamente acessíveis (qualquer empresa pode iniciar sua própria campanha com orçamento modesto) e permitir a mensuração dos resultados das mais diversas maneiras, sendo ideal para pequenas e médias empresas. Porém, a simplicidade em criar e colocar no ar as campanhas pode ser enganosa. Se não forem atualizadas constantemente para acompanhar as mudanças da concorrência, corre o risco de não gerar os resultados esperados.
Inteligência de Mercado: Os mecanismos de busca como o Google oferecem gratuitamente ferramentas para monitoramento. Permitem mensurar, por exemplo, qual a “audiência” do site da empresa (origem geográfica, páginas mais visitadas, tempo de permanência, como o internauta chegou ao site, quais conteúdos influenciam no processo de compra) e a tendência e procura mensal por palavras-chaves (entendam-se, neste caso, produtos ou serviços oferecidos por sua empresa), assim como o posicionamento do site e dos concorrentes nas pesquisas. É uma forma eficaz e acessível de inteligência de mercado.
Redes Sociais: Redes sociais como Orkut, Facebook, Plaxo, MySpace etc., assim como as mídias sociais (Twitter, Flickr, Slideshare e congêneres) são o grande tema do momento da mídia. Diariamente surgem casos de empresas que as utilizaram com sucesso, levando muitos especialistas a declarar que o futuro dos negócios está nestas plataformas.
Exageros à parte, não há como contestar sua importância como canais de comunicação direta entre a empresa e seus clientes. Mas antes é preciso entender como funcionam, como seu público-alvo interage e, com base nestas informações, definir as mais adequadas, monitorando os resultados.
e-Mail Marketing: A propaganda por e-mail é uma das mais conhecidas e eficazes ferramentas de marketing digital que se tem notícia. Pesquisa realizada recentemente revelou que 64% dos entrevistados afirmaram fazer compras após o recebimento de um e-mail promocional. Em contrapartida, é uma das mais mal utilizadas. O primeiro passo de uma campanha é estabelecer objetivos e uma estratégia sobre como utilizar as diferentes formas de mensagem. Um e-mail marketing pode ter diferentes propósitos: transmitir informações relevantes para o receptor (caso das newsletters), oferecer uma promoção, destacar os diferenciais de seus produtos e serviços, ser uma ferramenta de relacionamento (com cumprimentos de aniversário, ano novo, novo cliente, promoção no cargo etc.).
*Silvio Tanabe é consultor de marketing digital da Magoweb e autor do blog Clínica Marketing Digital.
Fonte
Conheça os principais recursos de marketing digital utilizados por empresas que estão crescendo até 120% ao ano na internet
Por Silvio Tanabe*
O que uma empresa de treinamentos, uma loja especializada em decoração e uma metalúrgica podem ter em comum? Mais do que você pode imaginar.
O Grupo Luz, a PortCasa e a Geguton comemoraram crescimento de até 120% em seus negócios em um ano marcado pela crise econômica mundial que derrubou diversos países (e companhias) e fez o governo celebrar o crescimento zero apresentado pelo PIB brasileiro como uma façanha. Para alcançar estes resultados, as três investiram na internet como uma de suas principais ferramentas de vendas.
O Grupo Luz, de Ribeirão Preto, aumentou em 40% o número de matrículas de seus cursos de fotografia com campanhas nas mídias e redes sociais. Em São Paulo, a PortCasa cresceu 120% em apenas um ano investindo pesado em marketing digital para sua loja eletrônica. E a gaúcha Geguton aumentou seu cadastro de clientes ativos em 70% ao facilitar as compras em seu site.
São exemplos concretos de empresas que estão aproveitando para surfar na grande onda da internet no Brasil, que já engloba 66 milhões de brasileiros, praticamente um terço da população.
Números, aliás, não faltam para justificar os investimentos em marketing digital no país. O brasileiro é o que passa mais tempo online no mundo, uma média de 44 horas/mês, e está entre os que mais acessam as redes e mídias sociais como Orkut e Twitter. Com uma presença tão marcante, não é à toa que a internet seja cada vez mais importante, inclusive na forma como compramos. Pesquisa realizada recentemente pelo Datafolha revelou que 38% dos consumidores das classes A e B e 30% da classe C levam em consideração informações de sites para escolher produtos, marcas e lojas. São as pessoas que movimentaram cerca de R$ 10,5 bilhões no comércio eletrônico em 2009.
Para se obter taxas de crescimento de dois a três dígitos por ano não basta jogar a prancha na água, ou seja, montar o site ou loja virtual e esperar os contatos e pedidos. Requer planejamento de uma série de ações de comunicação, o que chamamos de marketing digital. E a rápida evolução da tecnologia, o surgimento de novos recursos e tendências faz com que estas ações tenham de ser cada vez mais coordenadas para atingir seus objetivos. Seguem abaixo os principais recursos e como podem ser melhor utilizados para alavancar seus negócios.
Site com “usabilidade”: Usabilidade significa facilidade de uso. Quanto maior a usabilidade em um website, maior a rapidez do usuário em aprender a utilizá-lo e a encontrar o que procura. Quanto mais fácil e mais rápido for encontrar o que interessa, maior a satisfação da pessoa que o visita e maiores as chances de um contato efetivo. Ou seja, a palavra de ordem hoje é simplicidade, portanto nada sites pirotécnicos, com introdução animada, geralmente feitos com programação Flash, que demoram uma eternidade para carregar. Ninguém tem mais paciência para isso.
Otimização: É também chamada SEO (das iniciais em inglês para Search Engine Optimization, otimização para mecanismos de busca). De forma simples, a otimização pode ser entendida como uma série de técnicas para estruturar as principais informações sobre a sua empresa, produtos e serviços contidas no site de forma a serem mais facilmente localizadas pelos buscadores. A base desta organização são as palavras-chave, frases e títulos dos conteúdos do site, que devem ser específicas, constantemente atualizadas e estar diretamente relacionadas aos negócios, serviços ou produtos da empresa.
Mas atenção: a otimização só funciona em sites construídos em uma programação que permita aos buscadores identificarem estas palavras, por isso mais um motivo para não usar o Flash, pois além de tornar o site mais “pesado” para carregar, também dificulta a localização das palavras-chave.
Publicidade online: é a propaganda feita na internet e se divide de duas formas. A primeira é por meio de links patrocinados em sites de busca, como o Google Adwords ou o Yahoo! Search Marketing, e é indicado para venda direta. Por exemplo, se você possui uma loja de câmeras fotográficas, pode vincular seu anúncio para aparecer ao lado dos resultados relacionados à fotografia.
A segunda é por meio de anúncios (também chamados banners) em sites, redes e mídias sociais relacionados ao produto ou serviço, sendo indicada como publicidade institucional. Nesse caso, o ideal é vincular o anúncio da sua loja de câmeras fotográficas em sites e comunidades especializados em fotografia.
As duas vêm revolucionando a publicidade por serem extremamente acessíveis (qualquer empresa pode iniciar sua própria campanha com orçamento modesto) e permitir a mensuração dos resultados das mais diversas maneiras, sendo ideal para pequenas e médias empresas. Porém, a simplicidade em criar e colocar no ar as campanhas pode ser enganosa. Se não forem atualizadas constantemente para acompanhar as mudanças da concorrência, corre o risco de não gerar os resultados esperados.
Inteligência de Mercado: Os mecanismos de busca como o Google oferecem gratuitamente ferramentas para monitoramento. Permitem mensurar, por exemplo, qual a “audiência” do site da empresa (origem geográfica, páginas mais visitadas, tempo de permanência, como o internauta chegou ao site, quais conteúdos influenciam no processo de compra) e a tendência e procura mensal por palavras-chaves (entendam-se, neste caso, produtos ou serviços oferecidos por sua empresa), assim como o posicionamento do site e dos concorrentes nas pesquisas. É uma forma eficaz e acessível de inteligência de mercado.
Redes Sociais: Redes sociais como Orkut, Facebook, Plaxo, MySpace etc., assim como as mídias sociais (Twitter, Flickr, Slideshare e congêneres) são o grande tema do momento da mídia. Diariamente surgem casos de empresas que as utilizaram com sucesso, levando muitos especialistas a declarar que o futuro dos negócios está nestas plataformas.
Exageros à parte, não há como contestar sua importância como canais de comunicação direta entre a empresa e seus clientes. Mas antes é preciso entender como funcionam, como seu público-alvo interage e, com base nestas informações, definir as mais adequadas, monitorando os resultados.
e-Mail Marketing: A propaganda por e-mail é uma das mais conhecidas e eficazes ferramentas de marketing digital que se tem notícia. Pesquisa realizada recentemente revelou que 64% dos entrevistados afirmaram fazer compras após o recebimento de um e-mail promocional. Em contrapartida, é uma das mais mal utilizadas. O primeiro passo de uma campanha é estabelecer objetivos e uma estratégia sobre como utilizar as diferentes formas de mensagem. Um e-mail marketing pode ter diferentes propósitos: transmitir informações relevantes para o receptor (caso das newsletters), oferecer uma promoção, destacar os diferenciais de seus produtos e serviços, ser uma ferramenta de relacionamento (com cumprimentos de aniversário, ano novo, novo cliente, promoção no cargo etc.).
*Silvio Tanabe é consultor de marketing digital da Magoweb e autor do blog Clínica Marketing Digital.
Fonte
terça-feira, 9 de março de 2010
E-consumidor Satisfeito
Bom, amanhã é quarta e vou me ausentar da net por causa do trabalho e da faculdade. Imagino que não vá postar nada por aqui, a menos que eu encontre algo bem legal. Logo, estou postando o que tenho de melhor no momento - hoje.
E-consumidor Satisfeito
Escrito por Redação
Qua, 03 de Março de 2010 15:26
O comércio eletrônico brasileiro iniciou o ano de 2010 em alta na avaliação do comprador online. Das pessoas que fizeram compras pela rede em janeiro, 86,28% disseram estar satisfeitas com a transação, segundo o Índice de Confiança do e-consumidor, estudo desenvolvido pela e-bit, empresa especializada em informações de e-commerce, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), dedicado a atuar na educação do usuário para evitar que ele caia em golpes aplicados na rede.
A coordenadora do MIS, Marinês de Assis Gomes, destaca que, no ano passado, este patamar de 86% só foi alcançado no mês de abril. “O resultado do estudo em janeiro mostra que as lojas eletrônicas brasileiras estão cada vez mais preparadas para suportar volumes cada vez maiores de vendas”, disse.
Segundo o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, o aumento das encomendas provoca uma pressão na estrutura de entregas e alguns pequenos atrasos acabam impactando na percepção de eficiência do comprador. “Em dezembro e janeiro, o índice costuma cair devido ao grande volume de vendas no Natal e promoções de queima de estoque, aliadas a volta às aulas de janeiro. Mesmo assim, o mês de Janeiro de 2010 foi melhor do que 2009”, comemorou.
O diretor executivo da camara-e.net, Gerson Rolim, lembra que o índice de janeiro foi praticamente igual à média obtida em todo o ano de 2009, 86,3%. “Se considerarmos que em janeiro já tivemos uma marca superior aos três primeiros meses do ano passado podemos projetar uma média bastante superior para 2010”, comentou.
Ao todo foram coletados pela e-bit mais de 140 mil questionários de 01 a 31 de janeiro. Nas pesquisas, os e-consumidores são estimulados a expressar o nível de satisfação com base em 10 quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.
Fonte
E-consumidor Satisfeito
Escrito por Redação
Qua, 03 de Março de 2010 15:26
O comércio eletrônico brasileiro iniciou o ano de 2010 em alta na avaliação do comprador online. Das pessoas que fizeram compras pela rede em janeiro, 86,28% disseram estar satisfeitas com a transação, segundo o Índice de Confiança do e-consumidor, estudo desenvolvido pela e-bit, empresa especializada em informações de e-commerce, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), dedicado a atuar na educação do usuário para evitar que ele caia em golpes aplicados na rede.
A coordenadora do MIS, Marinês de Assis Gomes, destaca que, no ano passado, este patamar de 86% só foi alcançado no mês de abril. “O resultado do estudo em janeiro mostra que as lojas eletrônicas brasileiras estão cada vez mais preparadas para suportar volumes cada vez maiores de vendas”, disse.
Segundo o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, o aumento das encomendas provoca uma pressão na estrutura de entregas e alguns pequenos atrasos acabam impactando na percepção de eficiência do comprador. “Em dezembro e janeiro, o índice costuma cair devido ao grande volume de vendas no Natal e promoções de queima de estoque, aliadas a volta às aulas de janeiro. Mesmo assim, o mês de Janeiro de 2010 foi melhor do que 2009”, comemorou.
O diretor executivo da camara-e.net, Gerson Rolim, lembra que o índice de janeiro foi praticamente igual à média obtida em todo o ano de 2009, 86,3%. “Se considerarmos que em janeiro já tivemos uma marca superior aos três primeiros meses do ano passado podemos projetar uma média bastante superior para 2010”, comentou.
Ao todo foram coletados pela e-bit mais de 140 mil questionários de 01 a 31 de janeiro. Nas pesquisas, os e-consumidores são estimulados a expressar o nível de satisfação com base em 10 quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.
Fonte
Gestão de Marketing Digital e RP 2.0
Eu quero, eu quero, eu quero!!!
Gestão de marketing digital e RP 2.0 são temas de cursos em São Paulo
Por Redação do IDG Now!
Publicada em 08 de março de 2010 às 11h10
Atualizada em 08 de março de 2010 às 11h14
Aulas serão ministradas nos meses de março e abril e pretendem aplicar conceitos de mídias digitais ao mundo dos negócios.
A São Paulo Digital School ministrará neste mês o curso "Relações Públicas 2.0", que discutirá estratégias de relacionamento nas redes sociais, blogs, fóruns e comunidades virtuais.
As aulas abordarão como se dá a troca de informações entre clientes e consumidores na rede, com o objetivo de facilitar o entendimento sobre as melhores estratégias de atuação no ambiente digital.
Ele custa 350 reais, valor que pode ser parcelado em até 12 vezes no cartão de crédito.
O curso de “Gestão de Marketing Digital”, por sua vez, tratará dos blogs corporativos, perfil do consumidor digital e comunicação, mídias sociais e marketing móvel.
Programado para abril e também ministrado pela São Paulo Digital School, ele é voltado a estudantes ou recém-formados nas áreas de administração, marketing, publicidade e comunicação. Haverá duas turmas em horários e dias distintos para atender a demanda de alunos.
De acordo com o instituto, o objetivo é iniciar ou aperfeiçoar a formação dos profissionais de empresas ou departamentos digitais. O investimento no curso é de 390 reais, valor que pode ser parcelado em até 12 vezes.
Serviço 1
Relações Públicas 2.0
Data: de 22/3 a 24/3 - 19h às 22h.
Local: São Paulo Digital School - Rua Ministro Godói, 478, Conjunto 41 / Perdizes.
Valor: 12x de 350 reais.
Inscrições no site da SPDS.
Serviço 2
Gestão de Marketing Digital.
Data: de 6/4 a 8/4 - 9h às 12h / de 12/4 a 14/4 - 19h às 22h.
Local: São Paulo Digital School - Rua Ministro Godói, 478, Conjunto 41 / Perdizes
Valor: 12x de 390 reais
Inscrições no site da SPDS
Fonte
Gestão de marketing digital e RP 2.0 são temas de cursos em São Paulo
Por Redação do IDG Now!
Publicada em 08 de março de 2010 às 11h10
Atualizada em 08 de março de 2010 às 11h14
Aulas serão ministradas nos meses de março e abril e pretendem aplicar conceitos de mídias digitais ao mundo dos negócios.
A São Paulo Digital School ministrará neste mês o curso "Relações Públicas 2.0", que discutirá estratégias de relacionamento nas redes sociais, blogs, fóruns e comunidades virtuais.
As aulas abordarão como se dá a troca de informações entre clientes e consumidores na rede, com o objetivo de facilitar o entendimento sobre as melhores estratégias de atuação no ambiente digital.
Ele custa 350 reais, valor que pode ser parcelado em até 12 vezes no cartão de crédito.
O curso de “Gestão de Marketing Digital”, por sua vez, tratará dos blogs corporativos, perfil do consumidor digital e comunicação, mídias sociais e marketing móvel.
Programado para abril e também ministrado pela São Paulo Digital School, ele é voltado a estudantes ou recém-formados nas áreas de administração, marketing, publicidade e comunicação. Haverá duas turmas em horários e dias distintos para atender a demanda de alunos.
De acordo com o instituto, o objetivo é iniciar ou aperfeiçoar a formação dos profissionais de empresas ou departamentos digitais. O investimento no curso é de 390 reais, valor que pode ser parcelado em até 12 vezes.
Serviço 1
Relações Públicas 2.0
Data: de 22/3 a 24/3 - 19h às 22h.
Local: São Paulo Digital School - Rua Ministro Godói, 478, Conjunto 41 / Perdizes.
Valor: 12x de 350 reais.
Inscrições no site da SPDS.
Serviço 2
Gestão de Marketing Digital.
Data: de 6/4 a 8/4 - 9h às 12h / de 12/4 a 14/4 - 19h às 22h.
Local: São Paulo Digital School - Rua Ministro Godói, 478, Conjunto 41 / Perdizes
Valor: 12x de 390 reais
Inscrições no site da SPDS
Fonte
O Consumo Consciente Crescerá no Brasil
Segue artigo publicado no Mundo do Marketing:
Consumo consciente ainda é pequeno, mas vai crescer no Brasil
Brasileiro vem procurando versões mais sustentáveis dos produtos, está mais crítico em relação às empresas e poderá usar a tecnologia para compartilhar informações
Por Gabriella Coutinho
O comportamento do consumidor no Brasil vem mudando quando o assunto é sustentabilidade. De acordo com o dossiê elaborado pelo portal UnoMarketing em parceria com a consultoria MobConsult e com a revista Ideia Socioambiental, dois em cada 10 brasileiros já levam em consideração o compromisso socioambiental da empresa antes de colocar um determinado produto no carrinho. O nível de engajamento ainda é pequeno se comparado a consumidores dos Estados Unidos e dos países da Europa, mas a mudança de hábito indica que esses números só tendem a aumentar, principalmente com a utilização de novas tecnologias.
A pesquisa constatou que nos últimos 10 anos os consumidores brasileiros têm estado mais atentos e críticos em relação às atitudes tomadas pelas empresas. Além disso, eles têm expectativas positivas com relação às empresas que estão 20% acima da média mundial e uma avaliação negativa que está três pontos acima da média de outros países. Há uma desconfiança maior quanto às informações passadas pelo varejo em geral e, de certa forma, essa atitude está atrapalhando a expansão do consumo consciente no país.
“A verdade é que o brasileiro põe muita expectativa nas ações das empresas e, ao ver que muitas vezes elas são apenas retórica, ele fica decepcionado. Há um gap muito grande entre o que ele espera e o que fazem efetivamente as empresas”, ressalta Ricardo Voltolini (foto), jornalista e publisher da revista Ideia Socioambiental, em entrevista ao Mundo do Marketing.
De olho na gestão do negócio e nas tecnologias
Não é só na gôndola dos supermercados que o consumidor faz valer o seu papel. A segunda tendência pesquisada pelo dossiê mostra que eles estão mais atentos à forma como as empresas estão trabalhando as questões socioambientais na gestão do negócio. Não adianta investir em projetos sociais voltados para as comunidades e descuidar de suas ações internas. “É preciso apostar na ética. Hoje em dia o conceito evoluiu e não adianta uma empresa ter um projeto social e continuar poluindo. Estamos mais atentos a tudo isso e mais criteriosos também”, resume Voltolini.
As tecnologias estão ajudando a acelerar o processo de adoção do consumo consciente. Nos Estados Unidos, uma ferramenta chamada GoodGuide tem revolucionado o dia a dia dos norte-americanos no supermercado. O aplicativo, que pode ser posto no telefone celular, informa rapidamente ao comprador todos os dados socioambientais do produto na medida em que tem acesso a seu código de barras. Assim, o consumidor saberá se o item pesquisado pode vir a causar danos à saúde ou se há algo ilegal em sua cadeia produtiva, como uso de trabalho escravo. Tudo isso em questão de segundos.
“Ferramentas como essa vão revolucionar porque trazem a informação instantaneamente. Quando compramos, precisamos de dados claros, rápidos e objetivos. Vamos entrar em um tempo de transparência radical e nós, geralmente, não temos parâmetros para avaliar se um produto é legal ou não em relação ao cuidado com o meio ambiente e com as pessoas. O exercício do consumo consciente induzirá as empresas a mudarem aqui no Brasil também”, diz o jornalista.
Consumo excessivo vira fator de exclusão
As redes sociais, tais como Twitter, Facebook e Orkut, também são grandes canais onde a lógica do ‘comprar excessivamente’ tem sido posta em xeque. Há muitos movimentos pró-consumo nessas ferramentas, mas o que foi observado no dossiê é que também há ações sendo feitas no sentido de despertar um comportamento mais consciente.
“Detectamos que o consumo excessivo já não é visto com bons olhos. As pessoas estão começando a prestar atenção na geração de resíduos e a pensar nas necessidades de realizar ou não uma compra. O mundo pede que sejamos mais rápidos e, com isso, temos de recorrer a alternativas que possam corresponder a essa rapidez. Embora a tecnologia nos ajude, ela também nos induz a uma obsolescência forçada”, diz Luís Bouabci, especialista em rede da MobConsult.
Smartmobs e geração mais colaborativa
A mobilização via tecnologias tem sido uma tônica nos últimos anos. Um exemplo disso foi o que ocorreu na Espanha, após o atentado na estação de Atocha, em 2004. Vários espanhóis enviaram mensagens via SMS para que todos se reunissem em favor dos mortos. Nessas mensagens, a repetição da palavra “pásalo” (repasse) tornou-se um ícone. O resultado veio dias depois, quando as pessoas se reuniram de maneira espontânea para protestar contra o governo por ter ocultado dados sobre a verdadeira causa do atentado. Os mobs são uma maneira inteligente, segundo Bouabci, de expandir os conceitos e ajudar na difusão de um pensamento mais consciente de consumo.
Além disso, a geração atual, mais ligada na internet e em tecnologias, está crescendo em um ambiente colaborativo. “Troca de dados e mensagens, fóruns e redes de discussão já estão na ordem do dia. O melhor exemplo disso é o Linux e o Mozilla Firefox. Diferentemente da geração que tem 30, 40 anos, os jovens de hoje estão mais dispostos a compartilhar ideias e trabalhar em conjunto”, conta Bouabci.
Mídia tem papel essencial
Grande parte dos fabricantes ainda não investe na transparência quando o assunto é rotulagem de produtos. Embora o Brasil ainda apresente uma alta taxa de analfabetismo funcional, a tendência é que o consumidor busque mais informações nos rótulos e siga o que está sendo observado no mundo. A mídia, nesse ponto, tem um papel importante para fazer valer essas mudanças.
“O que se vê hoje em dia é que os profissionais de comunicação têm uma grande dificuldade para entender essas questões socioambientais e passá-las por meio de uma ação, de uma reportagem ou de uma campanha. Esse dossiê tem o objetivo de trazer informações para que eles possam entrar em contato com uma comunicação mais consciente e entendê-la melhor”, diz Paula Faria, idealizadora do portal UnoMarketing, em entrevista ao site.
Fonte
Consumo consciente ainda é pequeno, mas vai crescer no Brasil
Brasileiro vem procurando versões mais sustentáveis dos produtos, está mais crítico em relação às empresas e poderá usar a tecnologia para compartilhar informações
Por Gabriella Coutinho
O comportamento do consumidor no Brasil vem mudando quando o assunto é sustentabilidade. De acordo com o dossiê elaborado pelo portal UnoMarketing em parceria com a consultoria MobConsult e com a revista Ideia Socioambiental, dois em cada 10 brasileiros já levam em consideração o compromisso socioambiental da empresa antes de colocar um determinado produto no carrinho. O nível de engajamento ainda é pequeno se comparado a consumidores dos Estados Unidos e dos países da Europa, mas a mudança de hábito indica que esses números só tendem a aumentar, principalmente com a utilização de novas tecnologias.
A pesquisa constatou que nos últimos 10 anos os consumidores brasileiros têm estado mais atentos e críticos em relação às atitudes tomadas pelas empresas. Além disso, eles têm expectativas positivas com relação às empresas que estão 20% acima da média mundial e uma avaliação negativa que está três pontos acima da média de outros países. Há uma desconfiança maior quanto às informações passadas pelo varejo em geral e, de certa forma, essa atitude está atrapalhando a expansão do consumo consciente no país.
“A verdade é que o brasileiro põe muita expectativa nas ações das empresas e, ao ver que muitas vezes elas são apenas retórica, ele fica decepcionado. Há um gap muito grande entre o que ele espera e o que fazem efetivamente as empresas”, ressalta Ricardo Voltolini (foto), jornalista e publisher da revista Ideia Socioambiental, em entrevista ao Mundo do Marketing.De olho na gestão do negócio e nas tecnologias
Não é só na gôndola dos supermercados que o consumidor faz valer o seu papel. A segunda tendência pesquisada pelo dossiê mostra que eles estão mais atentos à forma como as empresas estão trabalhando as questões socioambientais na gestão do negócio. Não adianta investir em projetos sociais voltados para as comunidades e descuidar de suas ações internas. “É preciso apostar na ética. Hoje em dia o conceito evoluiu e não adianta uma empresa ter um projeto social e continuar poluindo. Estamos mais atentos a tudo isso e mais criteriosos também”, resume Voltolini.
As tecnologias estão ajudando a acelerar o processo de adoção do consumo consciente. Nos Estados Unidos, uma ferramenta chamada GoodGuide tem revolucionado o dia a dia dos norte-americanos no supermercado. O aplicativo, que pode ser posto no telefone celular, informa rapidamente ao comprador todos os dados socioambientais do produto na medida em que tem acesso a seu código de barras. Assim, o consumidor saberá se o item pesquisado pode vir a causar danos à saúde ou se há algo ilegal em sua cadeia produtiva, como uso de trabalho escravo. Tudo isso em questão de segundos.
“Ferramentas como essa vão revolucionar porque trazem a informação instantaneamente. Quando compramos, precisamos de dados claros, rápidos e objetivos. Vamos entrar em um tempo de transparência radical e nós, geralmente, não temos parâmetros para avaliar se um produto é legal ou não em relação ao cuidado com o meio ambiente e com as pessoas. O exercício do consumo consciente induzirá as empresas a mudarem aqui no Brasil também”, diz o jornalista.
Consumo excessivo vira fator de exclusão
As redes sociais, tais como Twitter, Facebook e Orkut, também são grandes canais onde a lógica do ‘comprar excessivamente’ tem sido posta em xeque. Há muitos movimentos pró-consumo nessas ferramentas, mas o que foi observado no dossiê é que também há ações sendo feitas no sentido de despertar um comportamento mais consciente.
“Detectamos que o consumo excessivo já não é visto com bons olhos. As pessoas estão começando a prestar atenção na geração de resíduos e a pensar nas necessidades de realizar ou não uma compra. O mundo pede que sejamos mais rápidos e, com isso, temos de recorrer a alternativas que possam corresponder a essa rapidez. Embora a tecnologia nos ajude, ela também nos induz a uma obsolescência forçada”, diz Luís Bouabci, especialista em rede da MobConsult.
Smartmobs e geração mais colaborativa
A mobilização via tecnologias tem sido uma tônica nos últimos anos. Um exemplo disso foi o que ocorreu na Espanha, após o atentado na estação de Atocha, em 2004. Vários espanhóis enviaram mensagens via SMS para que todos se reunissem em favor dos mortos. Nessas mensagens, a repetição da palavra “pásalo” (repasse) tornou-se um ícone. O resultado veio dias depois, quando as pessoas se reuniram de maneira espontânea para protestar contra o governo por ter ocultado dados sobre a verdadeira causa do atentado. Os mobs são uma maneira inteligente, segundo Bouabci, de expandir os conceitos e ajudar na difusão de um pensamento mais consciente de consumo.
Além disso, a geração atual, mais ligada na internet e em tecnologias, está crescendo em um ambiente colaborativo. “Troca de dados e mensagens, fóruns e redes de discussão já estão na ordem do dia. O melhor exemplo disso é o Linux e o Mozilla Firefox. Diferentemente da geração que tem 30, 40 anos, os jovens de hoje estão mais dispostos a compartilhar ideias e trabalhar em conjunto”, conta Bouabci.
Mídia tem papel essencial
Grande parte dos fabricantes ainda não investe na transparência quando o assunto é rotulagem de produtos. Embora o Brasil ainda apresente uma alta taxa de analfabetismo funcional, a tendência é que o consumidor busque mais informações nos rótulos e siga o que está sendo observado no mundo. A mídia, nesse ponto, tem um papel importante para fazer valer essas mudanças.
“O que se vê hoje em dia é que os profissionais de comunicação têm uma grande dificuldade para entender essas questões socioambientais e passá-las por meio de uma ação, de uma reportagem ou de uma campanha. Esse dossiê tem o objetivo de trazer informações para que eles possam entrar em contato com uma comunicação mais consciente e entendê-la melhor”, diz Paula Faria, idealizadora do portal UnoMarketing, em entrevista ao site.
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